Secretaria Municipal de Saúde de Maceió atualiza Boletim Epidemiológico

Mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão dos vírus da dengue, febre chikungunya e Zika
Mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão dos vírus da dengue, febre chikungunya e Zika

O Grupo Técnico da Dengue e Chikungunya e a Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS) divulgaram, nesta sexta-feira (22), um novo boletim epidemiológico do município, que continua a registrar a redução do número de casos de dengue em relação ao mesmo período do ano passado. No período de 11 a 16 deste mês, Maceió notificou um total de seis casos de dengue. Um óbito suspeito para a doença está sob investigação. Em 2015, no mesmo período, foram notificados 60 casos e dois óbitos confirmados por dengue.

Em relação à incidência de casos, o 1º Distrito Sanitário também permanece à frente das demais regiões da cidade, mas dessa vez, destacando o bairro do Poço como o de maior incidência de casos (4,74/100 mil habitantes).

Febre Chikungunya – O balanço feito pelo Boletim Epidemiológico da Semana 02 não aponta nenhuma alteração para casos de febre chikungunya, que permanece sem registro de casos este ano. O demonstrativo, no entanto, descreve um breve relato histórico, informando 61 casos prováveis (seis confirmados por laboratório e quatro por critério clínico epidemiológico) em 2015 e o registro de 12 casos autóctones (dentro da própria região ou território de Maceió) suspeitos em 2014, sendo todos descartados e cinco deles com resultado reagente para dengue.

Zika Vírus – Atuando em parceria com o Laboratório Central (Lacen/AL), a Secretaria Estadual de Saúde (SESAU) e a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde no monitoramento da vigilância específica para Zika, o GT da Dengue e Chikungunya notificou, até esta segunda semana do ano, 30 casos suspeitos para Zika Vírus, destacando-se nessa área os 1º, 2º e 7º Distritos Sanitários, que tiveram os casos notificados pelas seguintes unidades: Pediatria 24 Horas, Ambulatório Noélia Lessa, Santa Casa de Maceió, Hospital Unimed e MPS Assis Chateaubriand.

Com relação à Microcefalia, Maceió manteve, até o dia 16 de janeiro, o registro de 26 casos suspeitos da doença por infecção do Zika Vírus. Destes – todos residentes em Maceió, nos bairros de Village Campestre II, Benedito Bentes e Cidade Universitária – 09 foram descartados e não houve registro de óbitos. Os casos foram notificados (de acordo com o CIEVS de Maceió e o Grupo Técnico) pelas unidades de atendimento Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPPA/UFAL), Hospital do Açúcar, Hospital Unimed, Maternidade Santa Mônica, Nossa Senhora da Guia, Nossa Senhora de Fátima, e Hospital Santo Antônio e Santa Casa de Misericórdia de Maceió.

Ascom/SMS

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